Shrek continua trapalhão, não afina…é uma “escuridão” total de medidas. Totalmente na "contramão", capitalinos reclamam e ninguém lhes ouve. É a brithocracia “tem luz quem pode e o resto se f…”! Esse daí não consegue meter ordem. E pior do que isso, não fica! Ou é pesadelo, ou é…psicológico!
Miss Piggy, por seu lado, continua os seus devaneios e qual bruxa má, à frente do "espelho seu", ouve o que quer e faz o que lhe dá na gana distribuindo “compromissos pueris” pelas ilhotas e para seu mais que tudo, Cocas o Sapo, que por obra e graça da “Previdência Divina”, lá vai cuidando com sapiência do nosso “futuro geriátrico”.
Os “Metralhas”, curados da “cidadanite aguda” nem tugem, nem mugem! Vê-se logo que aquilo tudo era papo furado, conversa “descartável” e…ocasional, para saciar apetites internos e diluir "invejinhas" gástricas!
Os irmãos Dalton saíram de cena. Não se ouvem, não se vêem, nem se cheiram…
Roger Rabbit, este “assobia pro lado”, faz de conta que não é com ele e só diz: “isso pra mim...é problema deles”.
E assim vamos fazendo nossa via crucis: uns fingindo que mandam, outros…fazendo de conta que obedecem!
25.5.12
17.5.12
"Quem tramará Roger Rabbit"??
Roger Rabbit, figura hiperactiva dada ao verbo, é uma sombra de si mesmo. Constato o seu semblante pesado, sem o brilho de outrora. Já não arrebata, de tal forma que sua actividade preferida é “coelhadas” do tipo: vai ser bom, não foi? Hábil a fazer “amigos”, são esses mesmos que o deixam…na mão” É caso pra se dizer: quem tramará Roger Rabbit?
Na linha da frente temos a Miss Piggy, convencida de que nasceu para o estrelato e que NADA irá perturbar o seu rumo. Publicamente aparenta ser a alma do charme feminino, porém, caso contrariada, tem acessos de fúria comparáveis a plebeias discussões de comadres desavindas, em que os cabelos e a cútis facial são as principais vítimas! Morre de amores pelo seu príncipe Cocas, o Sapo. O dito reafirma que além de amor, têm uma ligação P-R-O-F-I-S-S-I-O-N-A-L, desproporcional, em que o profissional secundariza o…amor! Serão eles a tramar Roger Rabbit?
Há quem diga que poderá ser o Shreck, mais um forte candidato, campeão em “bolas fora” e “tiros no pé”. Pelas suas aparições mediáticas ridículas, patéticas e desajeitadas, já faz parte do folclore humorístico nacional, a ponto de ninguém o levar a sério. Por isso, apresenta-se sempre com discursos “musculados”, ar tenso e intimidador, para sustentar o deserto de soluções, de sua cabeça calva!
Temos também o João Bafo de Onça, cuja actividade preferida é fazer teste de qualidade em “kioskes”, tascas e “butecos pé de chinelo”, provando as “gororobas etílicas” sempre acompanhadas de iguarias suínas, desde as vísceras à epiderme. Este continua querendo tramar Roger Rabbit, mais por transtorno obsessivo, do que por convicção ideológica.
A seguir vem o Monstro das Bolachas, personagem voraz, de apetites insaciáveis. O seu instinto primário é por CArgos, podendo coleccionar vários, em simultâneo, consumindo tudo e qualquer…coisa!
O que não se vislumbra é a acção dos irmãos Dalton, outrora letais, de lixarem o Roger, preocupados que estão com suas quezílias familiares e internas, principalmente agora que se aproxima mais um período de composição e distribuição de postos. Estes são uns autênticos outsiders nesta disputa renhida para…tramar Roger Rabbit.
N.A: Este é um texto de ficção. Qualquer semelhança dos personagens com pessoas reais é uma tremenda coincidência!
Na linha da frente temos a Miss Piggy, convencida de que nasceu para o estrelato e que NADA irá perturbar o seu rumo. Publicamente aparenta ser a alma do charme feminino, porém, caso contrariada, tem acessos de fúria comparáveis a plebeias discussões de comadres desavindas, em que os cabelos e a cútis facial são as principais vítimas! Morre de amores pelo seu príncipe Cocas, o Sapo. O dito reafirma que além de amor, têm uma ligação P-R-O-F-I-S-S-I-O-N-A-L, desproporcional, em que o profissional secundariza o…amor! Serão eles a tramar Roger Rabbit?
Há quem diga que poderá ser o Shreck, mais um forte candidato, campeão em “bolas fora” e “tiros no pé”. Pelas suas aparições mediáticas ridículas, patéticas e desajeitadas, já faz parte do folclore humorístico nacional, a ponto de ninguém o levar a sério. Por isso, apresenta-se sempre com discursos “musculados”, ar tenso e intimidador, para sustentar o deserto de soluções, de sua cabeça calva!
Temos também o João Bafo de Onça, cuja actividade preferida é fazer teste de qualidade em “kioskes”, tascas e “butecos pé de chinelo”, provando as “gororobas etílicas” sempre acompanhadas de iguarias suínas, desde as vísceras à epiderme. Este continua querendo tramar Roger Rabbit, mais por transtorno obsessivo, do que por convicção ideológica.
A seguir vem o Monstro das Bolachas, personagem voraz, de apetites insaciáveis. O seu instinto primário é por CArgos, podendo coleccionar vários, em simultâneo, consumindo tudo e qualquer…coisa!
O que não se vislumbra é a acção dos irmãos Dalton, outrora letais, de lixarem o Roger, preocupados que estão com suas quezílias familiares e internas, principalmente agora que se aproxima mais um período de composição e distribuição de postos. Estes são uns autênticos outsiders nesta disputa renhida para…tramar Roger Rabbit.
N.A: Este é um texto de ficção. Qualquer semelhança dos personagens com pessoas reais é uma tremenda coincidência!
7.5.12
La caravane passe...
Até quando continuaremos, impávidos e serenos a ver, o desfile vergonhoso, dessa "caravana da mediocridade"?? E o que mais arrepia e assusta é o beneplácito hipócrita da sociedade, composta por "seres" sempre prontos a dizer que sim, em troca de "migalhas" de aceitação em espaços de "consagraçao" da dita...elite!
3.5.12
“O Nepotismo e sua fronteira entre o crime e a ética, ou como o Job for Boys se metamorfoseia em… Loverboy”
A valorização da “vida fácil”, do “trambique”, a cultura do “quero me dar bem”, a ditadura da “lei de Gérson”, descurando a ética e os valores é a “bola da vez” em Cabo Verde. Essa perspectiva da vida baseada em “expedientes” está disseminada e é a maior invenção da democracia desde 1991, não poupando a classes sociais, etárias muito menos políticas e atingindo as ditas “elites” e “gente chique” que de “chique” mesmo…só o nome. O que importa mesmo é ter cargo, viatura de função e um bom salário. Percebeu-se, em tempos de crise, uma janela de oportunidades e agora além do “Titio” e “Job for boys” temos uma nova modalidade: o “Loverboy”.
Definitivamente e a conclusão é fácil de tirar, durante o nosso percurso enquanto comunidade humana, perdemos alguns valores e a ética foi a mais prejudicada nesta erosão! Intencionalmente não interpretamos sinais e mensagens que nos vêem…de “cima”!
Tratando a ética enquanto valor absoluto e permanente, como abordamos hoje, na sociedade cabo-verdiana o nepotismo e o favorecimento de familiares, parentes, ou cônjuges (“gonna be”)? Ora o nepotismo não tem uma conceituação jurídica clara, sendo genericamente considerado como tal, em caso de favorecimento de um parente directo! Porém, o nepotismo é, no mínimo, um acto de “Improbidade Administrativa”, entendido como conduta incorrecta, desonesta, ilegal e abusiva do agente público, infringindo princípios da Administração Pública, tais como o mérito. Por essa razão deve ser criminalizado e punido por lei!
O nepotismo é pois uma atitude primária de “protecção da espécie”, na qual o que “sobrevive” não é necessariamente…o “melhor”, sendo uma interpretação sociobiológica que “desagua” numa “operação social” (a dita nomeação ilegal).
Com a Revolução Francesa despersonalizou-se e separou-se o Estado do Poder Absoluto. O Rei era o Estado e vice-versa, fomentando a confusão entre o público e o privado. Tivemos até casos de Nações e Reinos criados no leito, com casamentos. Mas creio que em sociedades modernas como a nossa, regidas pelo Estado de Direito Democrático, o nepotismo é uma prática de se repudiar e eticamente condenável, em toda a linha!
Se em Cabo Verde, nos faltam ferramentas jurídicas para conter tal abuso de poder - pois a lei de responsabilidade de titulares de cargos políticos é frágil e precisa de ajustes – no Brasil fica clara a inelegibilidade de cônjuges e parentes consanguíneos, até o 2º grau ou por adopção. Mesmo que haja uma omissão legislativa sobre a matéria, deve ser esse o compromisso claro dos titulares de cargos políticos: a moralização do poder e a salvaguarda da coisa pública. Deve ser esse é o compromisso com a Boa Governação, pois trata-se de tomar posse NOS cargos e não DOS cargos!
O acesso, principalmente a altos cargos da administração pública devia ser democratizado e baseado no mérito e não por mera indicação de familiares ou cônjuges. Muito menos utilizando o “expediente” do “nepotismo cruzado”, em que uma autoridade nomeia o parente de outra autoridade, não considerando a competência do nomeado, mas meramente o laço parental. Este é o sinal claro que deveríamos transmitir aos nossos jovens, esse sim deveria ser “o compromisso” com a juventude!!
A valorização da “vida fácil”, do “trambique”, a cultura do “quero me dar bem”, a ditadura da “lei de Gérson”, descurando a ética e os valores é a “bola da vez” em Cabo Verde. Essa perspectiva da vida baseada em “expedientes” está disseminada e é a maior invenção da democracia desde 1991, não poupando a classes sociais, etárias muito menos políticas e atingindo as ditas “elites” e “gente chique” que de “chique” mesmo…só o nome. O que importa mesmo é ter cargo, viatura de função e um bom salário. Percebeu-se, em tempos de crise, uma janela de oportunidades e agora além do “Titio” e “Job for boys” temos uma nova modalidade: o “Loverboy”.
Definitivamente e a conclusão é fácil de tirar, durante o nosso percurso enquanto comunidade humana, perdemos alguns valores e a ética foi a mais prejudicada nesta erosão! Intencionalmente não interpretamos sinais e mensagens que nos vêem…de “cima”!
Tratando a ética enquanto valor absoluto e permanente, como abordamos hoje, na sociedade cabo-verdiana o nepotismo e o favorecimento de familiares, parentes, ou cônjuges (“gonna be”)? Ora o nepotismo não tem uma conceituação jurídica clara, sendo genericamente considerado como tal, em caso de favorecimento de um parente directo! Porém, o nepotismo é, no mínimo, um acto de “Improbidade Administrativa”, entendido como conduta incorrecta, desonesta, ilegal e abusiva do agente público, infringindo princípios da Administração Pública, tais como o mérito. Por essa razão deve ser criminalizado e punido por lei!
O nepotismo é pois uma atitude primária de “protecção da espécie”, na qual o que “sobrevive” não é necessariamente…o “melhor”, sendo uma interpretação sociobiológica que “desagua” numa “operação social” (a dita nomeação ilegal).
Com a Revolução Francesa despersonalizou-se e separou-se o Estado do Poder Absoluto. O Rei era o Estado e vice-versa, fomentando a confusão entre o público e o privado. Tivemos até casos de Nações e Reinos criados no leito, com casamentos. Mas creio que em sociedades modernas como a nossa, regidas pelo Estado de Direito Democrático, o nepotismo é uma prática de se repudiar e eticamente condenável, em toda a linha!
Se em Cabo Verde, nos faltam ferramentas jurídicas para conter tal abuso de poder - pois a lei de responsabilidade de titulares de cargos políticos é frágil e precisa de ajustes – no Brasil fica clara a inelegibilidade de cônjuges e parentes consanguíneos, até o 2º grau ou por adopção. Mesmo que haja uma omissão legislativa sobre a matéria, deve ser esse o compromisso claro dos titulares de cargos políticos: a moralização do poder e a salvaguarda da coisa pública. Deve ser esse é o compromisso com a Boa Governação, pois trata-se de tomar posse NOS cargos e não DOS cargos!
O acesso, principalmente a altos cargos da administração pública devia ser democratizado e baseado no mérito e não por mera indicação de familiares ou cônjuges. Muito menos utilizando o “expediente” do “nepotismo cruzado”, em que uma autoridade nomeia o parente de outra autoridade, não considerando a competência do nomeado, mas meramente o laço parental. Este é o sinal claro que deveríamos transmitir aos nossos jovens, esse sim deveria ser “o compromisso” com a juventude!!
19.10.11
5.10.11
Uma pergunta...
O Governo seria um espaço de contribuição para o desenvolvimento do país, ou um trampolim para candidatura a Câmara Municipal?? É que só assim se entende muita coisa!
4.10.11
Entre uma e outra...qual será?
Fico na dúvida...entre deprimente e revoltante. Sei lá, às tantas serão as duas palavras! Foi o que pensei ontem, ao assistir no ultimo jornal o Sr. Ministro da Energia (?)...nós aqui, a gramarmos 5 meses (!!!) de crise energética e o gajo aparece-me na tv, com quele ar superior a dar lições e a distribuir puxões de orelha.
Depois de ter ficado esses tempos mudo, fugindo à sua responsabilidade, eis que me aparece o Sr. Ministro a falar de "contadores inteligentes", "cartões pré-pagos", como as grandes soluções para a electra.
Sr. Ministro: a electra precisa de medidas mais enérgicas e que demandam coragem...o que se vai fazer perante funcionários que fazem ligações clandestinas? Quais as medidas previstas para no mínimo investigar os problemas de manutenção prestadas por empresas pertencentes a quem nós sabemos?
Sr. Ministro...nós, que pagamos as contas, que somos cidadãos, queriamos ouvir de sua boca a previsão do regresso à normalidade; queriamos que num tom mais conciliatório e humilde, não a linguagem agressiva que utilizou para adentrar na nossa casa, nos pedisse desculpas e dissesse, nem que fosse pra nos enganar que está a fazer tudo para resolver esta situação...e que fosse mais longe ainda: que nos prometesse, sob pena de deixar o cargo para quem tenha soluções, a reolução do problema...
Para quem não tinha luz e quer confirmar...que peça uma gravação à TCV!
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